terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Capitulo dezessete


-O Luan Santana!
-A o Luan amanhã ligo pra ele.
-Por que não liga agora?
-Ele deve tá dormindo e cansado do show né!
-São 4 horas da manhã, vai dormir pirralha!
-Cala a boca.
Fui dormir, no outro dia liguei pro Luan, depois minha vida seguei normal sem fazer quase nada so casa faculdade mesmo, minha relação com Luan não era tanto a mesma, eu estava mais distante dele não por causa daquele dia, mas sim pelos shows dele.
Leila estava pulando em cima do sofá e eu lavando a louça.
-Leila desce dai!
Ela continuou pulando.
-Tu vai cair daí!
-Não vou não.
Ela continuou, até que ouvi um choro era ela Bruno desceu correndo.
-Viu bem feito eu falei tem que me ouvir quando eu falo.
-Não briga com ela Isabella.
-Não para de mimar a guria Bruno.
-Para de ser mando na e chata!
Ela só arranhou o braço, fiz um curativo, nela depois ela subiu pro quarto pra dormir um pouco pois já era noite.
-Bruno tu fica passando a mão na cabeça dela.
-Ai para.
-Para tu.
Alguém estava me ligando era o Breno.
-Oi princesa?
-Oi querido tudo bem?
-Tudo e com você?
-Também.
-E ai que dar uma volta?
-Não querido, hoje não tá!
-Tudo bem outro dia né.
Desliguei o telefone e fui dormir, no outro dia minha mãe chegaria de viajem.
-Oi filha!
-Oi mãe estava com saudade.
-Eu também.
-Cadê minha princesinha?
-Tá durmindo.
-Ai meu princepe.
-Oi mãe e ai tudo bem?
-Tudo sim graças a Deus.
-Como anda as coisas aqui em?
-A Isabella é melhor amiga do Luan.
-Eu já sabia.
-Toma, seu fofoqueiro.
-Ai não fala assim do meu principesinho.
Fiquei tempos falando com minha mãe eu estava com muita saudade dela, quando Leila acordou, foi uma festa  só como ela estava com saudade da mãe nossa.
Resolvi fazer uma coisa qe eu não fazia a muito tempo, tocar violão adorava mas com Leila era meio dificil, toquei umas musicas depois fui fazer o almoço e comprar a sobremesa, sorvete.
Fiquei ali com mamãe, Bruno e Leila, minha mãe se sentiu muito mal a levamos pro hospital, o medico fez alguns exames que logo ficaram prontos.
-Isabella e Bruno, a mãe de vocês está com câncer no pulmão que  já se espalhou.- quando ele falou  aquilo eu queria morrer, meu avô morreu de câncer no pulmão.
-Mas doutor não tem cura?
-Se tivesse diagnosticado no inicio mas agora já está tarde.
Olhei pro Bruno e me abracei nele e comecei chorar, nos tinha  que dar a noticia a nossa mãe.
-Mamãe a senhora está com câncer.
-Eu já desconfiava meus amores, mas só tenho uma coisa a pedir cuidem da  Leila como filha de vocês.
-Mãe não fala assim a senhora vai durar muito.
-Filha tu sabe que não mas fica sabendo que tudo que a mamãe faz é pro seu bem eu eu amo muito vocês dois e sempre amei.
Ela até estava certa não durou muito, passou aquela noite no hospital e morreu, o dificil foi contar pra Leila que o pai e a mãe dela tinham morrido, eu fiquei transtornada com a morte da minha mãe ela era tão nova, só ficava em casa não comia emagreci 5 quilos, ficava trancada no quarto perdi totalmente o contato com Luan. Bruno estava triste muito mas ele era forte diferente de mim, Leila ficava dias e dias tristinha a ve-la naquele estada me deixava totamente sem chão desolada.
Luan me mandou uma mensagem depois de algumas semanas ou meses, sme nos falarmos.
“Isa eu fiquei sabendo de tudo,só pesso que seja forte, não sei por que nos afastamos tanto queria falar com você de novo escutar sua voz, nesses meses eu conheci uma garota, Júlia ela é linda e ficamos algumas vezes e claro aparcemos em diversos sites, revistas e tv. Eu gosto dela mas descobri que estava sendo usado pra causar ciumes em seu ultimo namorado, eu preciso de você Isa, estou morrendo de saudades.
Eu liguei pra ele.
-Luan- comeci a chorar.
-Ei princesa, não chora sabe que eu to aqui sempre.
-Luan eu to precisando de você!
-Eu também, eu juro que quando eu puder eu vou pra ai junto com você!
-Eu espero tá, eu Te vivo Luan.
-Eu também te vivo minha princesa.
Conversar com Luan me abriu o aptite desci pra comer, Bruno estava na mesa com Leila.
-Até que em fim você saiu daquele quarto.
-Tá para que eu volto pra lá.
-Não maninha.- Leila falou.
-Ai minha princesa como você tá em?
-To bem- ela disse com a cabeça baixa.
-Vem aqui meu amor- levei ela pra varanda.
-Tá vendo aquelas duas estrelinha lá no céu?
-To!
-Pois é elas são papai e mamãe meu amor.
-No céu?
-É meu bem, quando vocês se sentir sozinha você olha pra lá tá.
-Tá.
-Maninha.
-Que?
-Eu te amo.
Eu chorei pra falar a verdade.
-Meu bem eu também te amo muito tá!
-Tá!
Fiquei ali com Leila até ela dormir, falar com Luan me fez um bem danado mas eu não queria que ninguém ficasse com ele e muito menos o magoa-se.
Meus dias seguiram iguais voltei a ir a faculdade, recuperei  as materias que perdi, conheci um garoto ele era muito legal comigo o nome dele era Bruno também. Ele era a coisa mais fofa do mundo, carinhoso era que nem Breno, no qual eu nem ouvia falar mais, um dia ele me convidou a ir a sua casa e eu fui, bebemos um pouco, eu era boa de copo, depois começamos a nos beijar e ele me levou pra sua cama então me entreguei pra ele ele foi carinhoso e atencioso comigo, depois amanhaceu e fui pra minha casa.
Os dias se passavam, eu sentia alguns enjoos frequentes, vomitava entre outra coisas, Manu comprou pra mim um exame de farmacia e deu positivo eu estava gravida de Bruno, pra  falar  a  verdade  não sabia como eu ia contar pra ele, chamei ele pra ir na minha casa pra mim dar a noticia.
-Entra Bruno.
-Tem alguém em casa?
-Não, Bruno levou Leila pra passear.
Ele me deu um beijo e entrou..
-Tenho uma noticia pra te dar.
-Fala então.
-Você vai ser Papai.
-O que?
-Sim eu estou gravida.
-De quem?
-De você, você  e o Luan foram os unicos homens que eu me deitei.
-Mentira garota tu já ficou com todos os meninos do bairro inteiro que eu sei.
-Eu não vou assumir esse filho-ele segurou meu braço.
-Me solta.-ele me jogou no sofá.
-Não me procura e não procura a minha familia, de você e desse bebê eu quero distancia!- ele saiu e bateu a porta com toda força.
Me joguei no chão e segurei meus joelhos e comece a chorar a partir de agora era só eu e meu bebê, que já havia dado seus primeiro sinais de vida.
Quando Bruno(meu irmão) chegou e me viu naquele estado.
-O que aconteceu?
-Eu, eu to gravida.
-Serio eu vou ser titio?
-Vai.
-Mas por que tá tristE?
-O pai da criança não vai assumir.
-Ei eu mato aquele vagabundo.
-Para mano eu vou criar o meu filho sozinha.
-E eu?
-E com você.- me abracei nele.
Os meses se passavam e eu só aumentava minha barriga, eu me sentia um pouco sozinha eu ainda ia na faculdade, ia parar com 5 meses, meu pai de verdade nem dava bola pra mim, as pessoas ainda achavam esquisito uma garota de 18 anos mãe solteira, mas eu não dava muita bola.

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