terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Capitulo cinco.




Como  que ele podia estar namorando a guria que eu menos gostava do colégio, não só porque ela era ex do Luan, mas ela era metida, arrogante ai como Bruno consegue.
Acordei  cedo, arrumei meu cabelo fiz uma cola muito alta, coloquei a blusa do colégio e  uma calça comprida, desci tomei café logo Bruno desceu arrumado.
-Vamos- ele falou comigo, mas prometi não ia falar mais com ele.
Virei as costas e sai, não estava afim de ficar vendo Bruno se argumentar.
-Espera ai tá pensando o que?
-Sai da minha frente.
-Para, que infantilidade é essa?
-Olha quem fala de infantilidade o maior infantil de todos!
Segui, pro colégio e logo encontrei Manu.
-O que tá acontecendo?
-Como cê sabe?
-Você só faz essas colas quando tá muito mal, conta!
-Ai o Bruno aprontando.
-O que ele fez?
Antes  que eu pudesse dizer chegou Luísa na minha frente:
-Oi cunhadinha, hahaha- logo depois saiu.
-Não acredito.
-Acredite, ele tá namorando ela!
-Ai cara o que passa na cabeça dos homens em namorar ela?
-Não sei.
- E ai?
-Eu to de mal com ele.
-Mas ele não tem culpa se tá apaixonado por ela.
-Tem sim.
Fui pra aula encontrei Luan ele veio falar comigo.
-Isa pode ser hoje o trabalho?
-Pode Luan vai lá em casa tá?
-Pode ser.
Quando bateu o sinal pro fim da aula Bruno foi ver a namorada dele.
-Oi amor.- ela deu um selinho nele-
-Oii princesa- ele me chamava assim quando eu era pequena, ai que raiva.
-Pirralinha, vem que eu te levo não vai a pé não.
-O pirralho aqui não é eu né?
-Para com isso Isabella e entra no carro!
-Tu manda em mim desde quando?- nossas brigas era normais mas agora  tinha motivo.
-Desde que a nossa mãe foi viajar e me deixou tomando conta de  você!
-A é que bom!- fui caminhando e ele veio atrás de mim.
-Não entra por bem entra por mal!
-Não mesmo! E quer saber me esquece, faz de conta que eu morri tá!
Fui caminhando o mais rápido que eu  podia bufando de raiva cheguei em casa ele já estava lá e aquela nojenta também.
-Isa não que fazer o almoço?
-Pede pra sua namoradinha fazer.
-Ai eu não sei cozinhar.
-Aprende minha filha!
-Eu não.
-Então eu peço uma pizza.
Subi comi um sanduíche arrumei minhas coisas do trabalho por que Luan ia ir pra lá, mas não falei nada com Bruno.
Ele tocou a campainha.
-Oi.
-Oi Luan entra. – eu estava de short e com uma blusinha bem atirada.
-E ai vamos começar?
-Bora.
Começamos nosso trabalho sobre romantismo depois , ficamos conversando.
-Isa to com cede.
-O que você quer tomar?
-Pode ser água.
-Tá.
-Deixa que eu pego eu sei onde fica.
Quando Luan foi pra cozinha a Luísa desceu do quarto do meu irmão.
-Oi estrainha.
-Sai daqui sua...
-Sua o que?
-Lesada, idiota.
-Não é eu que não pego ninguém né.
-Cala a boca.
-Todo mundo sabe que você tem uma quedinha pelo Luan mas nunca vai ficar com ele.
-Sai da minha casa!
-Ai lesadinha desculpa magoei você foi?
-Sai daqui agora, sua V****
-Calma só to dizendo você nunca vai dar um beijinho se quer no Luan.
Quando ela falou no Luan me deu uma raiva que Deus me perdoe, Luan logo chegou com um copo na mão, ela ainda estava na escada peguei o copo do Luan, coloquei na mesinha e fiz a primeira idiotice que me veio na cabeça.
-Olha aqui ó a lesadinha.
Tasquei um beijo no Luan mas não foi um beijo foi o beijo, um beijo bom demorado, romântico e quente ao mesmo tempo tudo de bom.
Logo depois do beijo Luísa foi embora.
-Luan desculp-a-a.
-Ai capaz se quiser repetir o erro.
-Ai seu bobo, foi por impulso, desculpa.
-Tá eu acho que já vou indo até depois.
Ele me deu um beijo na bochecha e saiu.
Liguei pra Manu.
-Manuela, ai meu Deus dei um beijo no Luan.
Contei tudo pra ela, depois fiquei ali na sala.
-Maninha até quando a gente via ficar assim em?
-Até você perceber que essa guria é uma tonta!
-Para com isso não fala assim dela!
-Sai da minha frente.
-Cadê a educação em?
-Pulou a janela.
-Mal educada.
Quando ele falou aquilo a campainha tocou, era mamãe.
-Mãããe que saudade.
-Ai filha eu também.
Ela foi dar um beijo em Bruno depois abracei ela bem forte.
-O que tá acontecendo com vocês dois em?
Começamos os dois a falar ao mesmo tempo.
-Silencio só um fala, fala filha.

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